Quem disse que o peru não voa?
O Peru, na Guerra do Pacífico, que ocorreu aos 45 do segundo tempo do século 19, foi um dos países prejudicados com a perda de território de grande EFERVESCÊNCIA econômica. Não vamos esquecer da Bolívia, que além de perder grande parte do seu PÍFIO arsenal, não mais pode chegar até o Pacífico por suas terras – o Chile tirou da Bolívia a única saída para o mar que os cocaleiros tinham. O Chile, não contente com a festividade que foi esmagar essas duas nações com financiamento britânico, decidiu praticar um FURTO intelectual como BRINDE. Os chilenos, ao tentarem chegar ao Norte do Peru, fizeram um PIT-STOP na Biblioteca Nacional Peruana para confiscar alguns bens da COMBALIDA nação.
Nem tudo são flores, Michelle
Agora, no auge da globalização e autonomia nacional, os ressentimentos guardados com muito poder MEMORIAL pelos peruanos está AFLORANDO no discurso do presidente Alan Garcia. Michelle responde às criticas com um discurso baseado nos princípios nacionalistas e desmente que os andinos tenham tentado invadir os ANAIS estratégicos dos peruanos. Para ela, vem em péssimo momento essa acusação, visto que as eleições no Chile ocorrerão no dia 13 do próximo mês chamado dezembro. O sucessor de Fujimori atribui a FALCATRUA praticada às pessoas que ainda são ligadas ao falecido ditador Augusto Pinochet, algo que parece uma tentativa de PUXAR O SACO da poderosa chilena, mulher a qual o patriota sempre teve uma aguda relação amistosa. De qualquer forma, Garcia afirma ter o DOSSIÊ que comprova o fato. Documentação essa já entregue à embaixada chilena no Peru e que, até agora, não se escutou nem GEMIDOS que soem como alguma resposta às provas peruanas.
Sob o olhar de Michelle
Tal ESTRONDO ocorrido em Lima contribuiu para um turbilhão emocional entre oposição e governo, que, ineditamente, se uniram para sancionar o país vizinho. O Peru busca uma redemocratização e a confiança do seu povo tão desconfiado das históricas PICARETAGENS que ocorriam no setor público. Alan Garcia, que está no comando pela segunda vez, é o responsável por esse re-fortalecimento do Executivo. Os minérios, principal potencial econômico, vai de vento em poupa na exploração nada sustentável que fazem os latinos. Até mesmo briga diplomática está na pauta do atual presidente para tentar reativar o BRIO dos peruanos, que parece ter sido empinado para os altos do Machu Picchu e esquecido como uma pipa que nunca mais retornará ao solo.
Felicidades,
Rodrigo Azevedo
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