segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Acabou o estoque de Minancora

A malemolência política é algo que quando tu menos espera, mais sai novidades. É meio semelhante ao futebol, até certo ponto. A única diferença é que a cada dia que somos surpreendidos pela política, cada vez queremos menos saber. Já no futebol, a relação é contraria – quanto mais, mais. Ou seja, a política é polarizadora, a cada feixe de elétron chamuscado pela política, ânions e cátions vão sendo dizimados. E um elétron não vive sozinho, amigos. Nem irei falar do ARRUDÃO, governador do Distrito Federal, que só não colocou dinheiro na cueca por que estava todo CAGADO com a possibilidade de policias revistarem suas partes íntimas e descobrirem que, além de dinheiro, ele guarda seu TICO pequeno que URINA dignidade e ética – por algum lugar tem que sair.



Quero mandar um SALVE para Marco Peixoto, deputado estadual aqui do Rio Grande do Sul que terá uma aposentadoria recheada de BUFUNFA graças ao TOUCHDOWN político feito pela base aliada (à corrupção) da Assembleia Legislativa para que a EXCELÊNCIA assumisse a vaga deixada por João Luiz Vargas no Tribunal de Contas do RS. Mesmo depois de APARIÇÕES de Peixoto em gravações da Operação Solidária e da Operação Rodin, onde ele negociava PRÊMIOS com lobistas envolvidos na fraude, os deputados favoráveis ao triunfo do BISCATE deram uma de desprovidos de audição e aprovaram a decisão que deixa o povo gaúcho BOQUIABERTO e com as bochechas rosadas tamanha vergonha do FACTUM. Os próprios funcionários do TCE já gastaram milhões em MINANCORA, mas não conseguem esconder a vermelhidão que tomou as faces dos trabalhadores. Um vexame, uma tragédia e, acima de tudo, mais um quadro desse irreverente CIRCO que é a política. Um circo fornido de leões, lobistas, palhaços, convescotes, mas que não consegue arrancar sequer um aplauso ou sorriso da plateia, que cansou de assistir a um humor NEGRO.

Nunca antes uma Comissão da Assembleia Legislativa esteve tão lotada. Uma das características marcantes nas reuniões das Comissões é a falta de QUÓRUM. Porém, quando o assunto é COMPLACER com a indignidade , a ALCATEIA vai em peso. Nem que para isso tenha que desmarcar o SHIATSU ou a sessão de PILATES. A goleada foi sonora, 9 a 2. Votaram contra somente os dois petistas da Comissão de Finanças (presidida por Nelson Marchezan, que saiu mais cedo para não ter que assistir a PEÇA). Marco Peixoto, conforme elucida nossa Constituição, deveria provar notório saber político, econômico, contábil e de administração pública. Mas que nada. O RAPAZ não sabia dizer os cinco princípios de um legislador, algo que não nos assusta, visto que o raparigo não dispõe de nenhuma dessas características (Imparcialidade, Legalidade, Transparência, Justiça e Igualdade). A ignorância exalou tanto daquele corpo, que pessoas se retiraram para não atrair a CIANOBACTÉRIA instalada em Marco Peixoto: a bactéria da limitação intelectual congênita.



Marco peixoto e o dedo indicador hasteado para cima: sobe corrupção, sobe


Após a SABATINA, basta agora a matéria ser aprovada em Plenário. Algo que não será nenhum problema para os mais de 60% apoiadores da FARSA – que, infelizmente, não é de Gil Vicente. Em suma: teremos um GATUNO como conselheiro de um órgão que fiscaliza as contas do estado do Rio Grande do Sul. Teremos um ignorante controlando a transparência das contas dos gaúchos. Ficamos a mercê de decisões tomadas por agente públicos que sequer fazem concurso público para exercer um cargo de aposentadoria vitalícia que gira em torno de 20 mil reais. O que ele fez para merecer? Meritocracia, algo tão defendido pelo governo do estado, onde fica? Aposto a minha dádiva de viver que ele não acertaria dez questões do ENEM. Constrangimento é um verbete excluído do dicionário de uma palavra do parlamentar: incoerência. COQUETEL MOLOTOV é ínfimo para o estrago que o povo deseja fazer nesse circo. Nessa hora, cogitamos a possibilidade de começar a aquecer URÂNIO no próprio quintal.

À procura de Minancora,
Rodrigo Azevedo

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