Coleta seletiva da batalha campalFoi de uma PROTUBERANTE tristeza assistir aqueles 5,6 graus da escala HITLER atingir o já moralmente devastado Haiti. RAPARIGOS espalhados pelas ruas que mais parecem a estrada de SÃO VENDELINO, jogados nas sarjetas mais imundas que o CABO DAS TROMENTAS e sorvendo da mais VIL fome que algum indivíduo poderia passar. Pior ainda. Como se não bastasse o PAU DE ARARA moral, restou a alguns BUNECOS juntarem algumas partes corporais de familiares que estavam por debaixo das pedras fundamentais demolidas por placas tectônicas impiedosas e INCONSEQUENTES. Ter onde sentar para BEBERICAR uma água impotável sem ser tomado de assalto por um saqueador desesperado é uma vitória fidedigna de uma volta olímpica. O desespero já não abala mais aquele povo e, sim, simboliza a normalidade daquelas personas si gratas, mas que não tiveram sorte no local nascedouro. Poderia ser eu, poderia ser tu, poderia ser a FERNADA PAES LEME. Mas não, são aqueles que olhamos pela inodora televisão.
Tentei buscar no passado a explicação para uma nação tão abastada e sem condições de virar o jogo. Verossímelmente falando, o jogo já começou com uma goleada sonora para a incompetência dos responsáveis pelo andamento do país caribenho. O Haiti, depois dos EUA, foi o primeiro país a sagrar-se independente na américa pós-colombiana. Fato que seria apto à uma premiação e o segundo posto mais alto no PÓDIUM, só serve para colocarmos no papel a MACULA dessa acção. Enquanto os promotores desta CIRCUNDAÇÃO colocavam seus cavalos no obelisco, os demais fantoches do mundo, em especial os franceses, preconizavam a falência múltipla dos órgãos deste pedaço de terra caribenho. Infelizmente, o Haiti não é o mais novo BENJAMIN BUTTON. Nasceu em 1 de Janeiro de 1804 com ares GERIÁTRICOS e, em 2010, exala algo parecido com o formol.
Enquanto os 8 milhões de habitantes protagonizam uma batalha de foice num elevador lotado e no escuro, alguns milhares de abonados do governo retiram-se de suas terras nativas e migram de Porto Príncipe para uma melhor, onde a terra não liquidifica. Numa tentativa de bons FLUÍDOS para o texto, cá vai um breve resumo da ditadura do arremesso de abacaxi: Era Guerra Fria, 1900 e algumas décadas, qualquer NACO de terra interessava aos mais gananciosos habitantes estadunidenses. O Haiti, na época de 1915 (por aí), fundamentalizavam uma inerte ameaça aos EUA. De lá só saia café, café e mais coffee. O Haiti era o maior produtor deste GRÃO naqueles tempos áureos do pseudo Plantation. Mas, como havia SOLETRADO antes, o Haiti era um terrorista ALQAEDEANO. Consequência deste comportamento rebelde, a invasão norte-americana na ilha foi fulminante e um tanto DOURADA (te extraño, Médici). Afundou o país na miséria e colocou no poder o tal do Papa Doc – de condinome François Duvalier. Explorando o VODU, Papa aterrorizou a todos que atrapalhavam seu cortejo. Instaurou, além da balbúrdia, uma ditadura vitalícia, que logo após foi assumida por seu hereditário – batizado de Baby Doc. O prenúncio de paz só foi clamado no ano de 1988, quando Baby Doc não aguentou a fumaça no CANGOTE e fugiu para França com sua corte real e, assim, democratizando o país.
Se fossemos escrever a biografia do Haiti, teríamos que pagar salários FUTEBOLESCOS para os autores que, a cada página escrita, cortariam algum músculo proeminente. Sejamos realistas: queiramos o impossível. Já diziam as estampas dos jornais rebeldes de nossa ditadura.
Tentei buscar no passado a explicação para uma nação tão abastada e sem condições de virar o jogo. Verossímelmente falando, o jogo já começou com uma goleada sonora para a incompetência dos responsáveis pelo andamento do país caribenho. O Haiti, depois dos EUA, foi o primeiro país a sagrar-se independente na américa pós-colombiana. Fato que seria apto à uma premiação e o segundo posto mais alto no PÓDIUM, só serve para colocarmos no papel a MACULA dessa acção. Enquanto os promotores desta CIRCUNDAÇÃO colocavam seus cavalos no obelisco, os demais fantoches do mundo, em especial os franceses, preconizavam a falência múltipla dos órgãos deste pedaço de terra caribenho. Infelizmente, o Haiti não é o mais novo BENJAMIN BUTTON. Nasceu em 1 de Janeiro de 1804 com ares GERIÁTRICOS e, em 2010, exala algo parecido com o formol.
Enquanto os 8 milhões de habitantes protagonizam uma batalha de foice num elevador lotado e no escuro, alguns milhares de abonados do governo retiram-se de suas terras nativas e migram de Porto Príncipe para uma melhor, onde a terra não liquidifica. Numa tentativa de bons FLUÍDOS para o texto, cá vai um breve resumo da ditadura do arremesso de abacaxi: Era Guerra Fria, 1900 e algumas décadas, qualquer NACO de terra interessava aos mais gananciosos habitantes estadunidenses. O Haiti, na época de 1915 (por aí), fundamentalizavam uma inerte ameaça aos EUA. De lá só saia café, café e mais coffee. O Haiti era o maior produtor deste GRÃO naqueles tempos áureos do pseudo Plantation. Mas, como havia SOLETRADO antes, o Haiti era um terrorista ALQAEDEANO. Consequência deste comportamento rebelde, a invasão norte-americana na ilha foi fulminante e um tanto DOURADA (te extraño, Médici). Afundou o país na miséria e colocou no poder o tal do Papa Doc – de condinome François Duvalier. Explorando o VODU, Papa aterrorizou a todos que atrapalhavam seu cortejo. Instaurou, além da balbúrdia, uma ditadura vitalícia, que logo após foi assumida por seu hereditário – batizado de Baby Doc. O prenúncio de paz só foi clamado no ano de 1988, quando Baby Doc não aguentou a fumaça no CANGOTE e fugiu para França com sua corte real e, assim, democratizando o país.
Se fossemos escrever a biografia do Haiti, teríamos que pagar salários FUTEBOLESCOS para os autores que, a cada página escrita, cortariam algum músculo proeminente. Sejamos realistas: queiramos o impossível. Já diziam as estampas dos jornais rebeldes de nossa ditadura.
Aguante,
Rodrigo Azevedo
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