
Já está mais do que LAPIDADA essa história de transferência de votos. O último e mais recente exemplo foi dado ontem, no segundo turno das eleições presidenciais chilenas. Eu e toda torcida do MENGÃO já sabíamos que o PAPADO de Bachelet acabaria nesse último domingo, consolidado pela queima de fogos do magnata Sebastián Piñera, o Berlusconi das américas. Bachelet saiu do governo com nada mais nada menos que 80% de aprovação e uma popularidade de dar inveja a qualquer BBB e sua efemeridade congênita. No entanto, toda essa POMPA não atraiu os olhares dos eleitores chilenos que ontem acabaram com os 15 anos de predomínio centro-esquerdista no país andino. Desde o fim da ditadura do mentor da Operação Condor, Augusto Pinochet, o Chile não era governado por um partido de coalizão direitista, com políticos que participaram efetivamente da ditadura feroz de Pinochet.
Além de informar ao COLEGIADO o resultado das eleições de ontem, venho aqui expor minha PREDISPOSIÇÃO contrária a candidata Dilma Rousseff. Getúlio Vargas não transferiu votos. Brizola, tampouco. Nem o Mandela conseguiu essa façanha. Mas, como diria minha babá (Dona Aida, que Deus a tenha) “A merda já está feita”. Lula dormiu no ponto e teve receio de enfrentar uma opinião pública contrária ao terceiro mandato. Agora, os prejudicados serão nós. Isso será notado quando entrar um em campo toda TRUPE neo-liberal do PSDB, elevando as taxas de juros, endividando os estados e pouco se lixando para as políticas sociais.
Por mais dor que nos cause a mais breve das separações, é meu dever informar que procederei com um breve RECESSO. Porém, sempre estão por aí nossos REBELDES apresentando-se com textos de ROBUSTOS prazeres da escrivinhação. Mais adelante retorno, esmirilhando na arte da doce vivência.
Aguante,
Rodrigo Azevedo
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